Arquivo para dezembro, 2007

Quer saber? Já foi!

Posted in Cachorradas on dezembro 12, 2007 by rexandthecity

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Alguns problemas resolvidos, outros eu deixei pra lá.

Ontem foi a minha festa que eu estava esperando. Apesar de estar animada, ainda tava muito triste com o fato daquele meu amigo não ir…

Eis que, no meio da festa, quem aparece? Ele! Fiquei muito feliz, igual criança. Saí correndo, deixei todo mundo e pulei no colo dele! Como é bom ter amigos! Muito piegas essa frase, mas é a pura verdade.

Os outros problemas estão indo. Lord Dart Vader aos poucos vai sumindo, até porque não nos falamos há mais de uma semana.

Achei uma musiquinha brega inspiradora… “Quer saber? Já foi! Vou cuidar de mim… Quer saber? Eu quero alguém pra dividir, gostar de quem gosta de mim!”

Thin line between love and hate

Posted in Cachorradas on dezembro 10, 2007 by rexandthecity

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Hoje aconteceram várias coisas estranhas que me fizeram repensar o meu relacionamento com homens.

Briguei feio com um dos meus melhores amigos. E numa hora que ele está precisando muito de mim. Falei coisas que não devia, fiz drama, saí batendo o pé e disse que não queria mais vê-lo… O problema é que eu dei essa crise porque ele marcou uma consulta com o psicólogo na hora da minha festa e não teve coragem de me dizer isso. Só que ele também é todo problemas, e eu deveria ter entendido isso. Mãe com câncer e sobrevida zero, irmã problema, pai autoritário e namorada esquizofrênica. Por que eu fiz tudo isso com alguém que eu gosto tanto e que precisava tanto de mim agora?

Os limites do sentimentos estão cada vez mais tênues pra mim. Passo do ódio ao amor em 2 minutos. Uma vez minha mãe me disse que eu precisava me equilibrar. Que meus altos e baixos só me faziam mal, mesmo quando os altos predominavam. Acho que ela tem razão. Toda essa paixão com a qual eu faço, falo, amo, odeio, só me angustia. E assusta todos também.

A outra coisa é que, depois de tudo que aconteceu com o cachorro que eu citei no primeiro post, hoje ele veio falar comigo no msn.

Disse que eu estava muito bonita, perguntou como eu estava e disse que vai viajar. Ficar 3 meses fora do Brasil… Sabem o que eu senti? Nada, absolutamente nada.

Por que meus sentimentos vem desse jeito e somem pouco tempo depois?

Eu acho que ele esperava alguma coisa emotiva “volta logo” assim. Mas o máximo de emoção que eu consegui foi um “se cuida, boa viagem”.

Pra onde vai o amor, o ódio, as noites mal-dormidas, as unhas roídas, os “quero mais é que ele morra”, os “ai meu deus que lindo”???

Preciso esclarecer isso.

Será que eu não sei lidar com meus sentimentos? Por que eu ainda tenho dúvidas sobre isso? Será que eu sou borderline???

Que coisa complicada!

Demarcando territórios

Posted in Cachorradas on dezembro 9, 2007 by rexandthecity

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É isso.

Decidi esquecer o Dart Vader. Ele tá estranho, seco e mudo. E eu, de saco cheio.

Entrei no msn anteontem e fui falar com ele. Mais uma vez, ele foi estranho, saiu e nem se despediu de mim! Deixei uma mensagem dizendo que não ia esperar ele voltar não, porque ele sempre acaba voltando… E que ele tava muito difícil esses dias.

Dane-se se vou ser mal interpretada. Já tá na hora de pular fora mesmo.

Mas hoje descobri uma coisa sensacional. Ou não.

Descobri que ele pode estar ciscando em outro terreiro. Ou então, a galinha em questão tá se querendo mais do que eu! Só que está dando uma bandeira bem maior.

Ponto negativo – Tô morrendo de ódio daquela piranha imunda! rs… E querendo mais uma loira nojenta falida velha morta no mundo!

Ponto positivo – Essa loira idosa falida pode acabar com o namoro dele e aí o caminho fica livre pra escritora aqui!!! \o/

E eu ainda saio bem com a namoradinha sem sal e com a sociedade maldita que nos cerca… Hahahaha… Afinal, eu só me aproveitei da situação.

É, apesar de eu estar me roendo de ciúmes e isso já estar me rendendo uma gastrite, ela piriguete de meia-idade vai me quebrar o galho. Nada como loiras vagabundas pra ajudar as morenas lindas a se darem bem e mandarem as loirinhas sem sal morro abaixo.

Desculpem a revolta. Se eu for somar as loiras que eu gosto, não gasto nem uma mão.

Ah, o ciúme! Que sentimento pequeno… Hahahahahahhaa

Cães em fúria!

Posted in Cachorradas on dezembro 6, 2007 by rexandthecity

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Lord Dart Vader tá me tirando do sério!

Um dia me faz morrer de amores, no outro de raiva.

Anteontem, entrei no msn e conversamos durante horas e horas… Ele estava especialmente fofo… Pediu mil desculpas por ter visto a minha cirurgia (e outras coisas mais logicamente) e ficou milhões de vezes perguntando o que poderia fazer pra eu me sentir melhor em relação a isso…

Disse que eu estava me sentindo em desvantagem, que agora ele sabia muito mais de mim do que eu dele. Perguntei o que eu disse enquanto dormia…

“Nem te conto.”

“Disse o que, que te amo loucamente?”

“Não, senão não estaria namorando nesse exato momento… Tá bem, brincadeira.”

Por que é brincadeira??? Muito sem graça, por sinal.

Ofereceu mil vezes…

“O que você quer que eu faça pra você se sentir melhor? Mais conhecedora do que conhecida?”

“Não sei”

“Eu faço qualquer coisa pra te ver melhor.”

“Qualquer coisa? Fácil assim?”

“Quase qualquer coisa.”

O que ele queria que eu respondesse? Será que ele queria que eu desse o braço a torcer e dissesse que queria ficar com ele? Disse que precisava pensar, que a gente se conhecia muito pouco e que eu precisava conhecer mais pra saber. (Sim, eu tava muito saidinha esse dia) Ele disse que nós já nos conhecíamos bastante… E continuava insistindo em saber o que eu queria.

“Você sentiu mais vontade de me ver depois que me viu sexta?”

“Não sei. E vc?”

“Perguntei primeiro…”

“Senti.”

Fiquei horas com meus pensamentos sobre o fato de ele ter visto o que não devia… Com ele pedindo desculpas e jurando que, ali, eu era só mais uma paciente. Que a última coisa que ele queria era que eu ficasse mal depois daquilo tudo. Disse que ainda não tinha parado pra pensar em tudo o que aconteceu… Que eu tive uma semana no hospital pra pensar nisso, mas ele só tinha caído na real agora.

Muito complicado…

Hoje, voltamos a nos falar. Ele foi muito frio, monossilábico e impessoal o tempo todo. Saiu do msn sem se despedir de mim. Sendo que ele nunca fazia isso antes. Quem ele pensa que é? Tô morrendo de raiva. Muita. E querendo esquecer…

Por que ele faz esse jogo comigo? De me encher de perguntas, me conquistar, especular coisas e depois, correr???

Por que os homens são assim? Não nasci pra ficar na geladeira de ninguém. Esse vilãozinho tá muito enganado se tá achando que eu vou cair na dele. É ele que vai cair na minha. De novo.

Um dia de cão

Posted in Cachorradas on dezembro 5, 2007 by rexandthecity

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Chega de Lord Dart Vader! Não que a história não tenha tido novos e comoventes episódios, mas vamos dar uma intercalada, não?

Sexta-feira passada, resolvi sair. Me arrumei toda linda e mega mal intencionada pra ver o meu vilão predileto, mas como continuamos não tendo coragem, não ajudou muito eu estar toda produzida…

Não adiantou pros objetivos principais… Mas, como eu estava lá, nada como aproveitar o momento, não?

Fui lá pra fora da festa, tomar um ar, descansar do barulho, normal. Quando chega um garoto (muito bonitinho por sinal) e pergunta se poderia falar comigo, enquanto o amigo dele (um tanto alcoolizado e animado demais) foi falar com a minha amiga.

Como o garoto era gente fina e bonito, fiquei ali dando papo, até porque eu estava imediatamente na reta de um ex que conversava com uma menina medonha! E eu não poderia deixar barato. Hehehe…

Dei papo pro rapaz, que era bem interessante por sinal. Daquele tipo pelo qual eu me apaixono em 24 horas, se não estivesse apaixonada no exato momento. Conversa vai, conversa vem… Ele pediu meu telefone. Além de bonito, era inteligente e educado. Mas… Ah! Não, não dei meu telefone. Não sei por quê. Só inventei qualquer desculpa e disse que não ia dar. Logicamente que o garoto se sentiu péssimo e achou que eu estivesse pouco ligando pra aquele teatro todo que ele fez pra me conquistar (não que eu estivesse ligando, mas certas coisas são necessárias).

Decidida que não queria ninguém me ligando no dia seguinte, porque eu teria que estudar loucamente e queria ficar pensando na minha paixonite da vez sozinha, insisti em não dar o telefone. Sugeri que ele me procurasse no orkut e, caso conversássemos e fosse legal, trocaríamos telefone.

Pra tentar facilitar a procura, ele pediu pra anotar meu sobrenome pra não esquecer. Pegou o celular e escreveu. Eu, tentando ser a mais agradável depois do que eu fiz, disse…

“Então… Me fala o seu sobrenome também, pra eu saber quando você me adicionar. É Bernardo de que mesmo???”

“Bernardo??? BERNARDO??? BERNARDO???”

“Não?”

“NÃO!”

O que aconteceu comigo nesse dia pra trocar Bernardo por Leonardo? Depois de muitas explicações não convincentes, o garoto ficou chateado visivelmente… e eu, mais sem-graça ainda.

Foi o meu dia de cachorrice. Todos têm um dia de cachorro. Até as meninas. Ninguém nunca trocou meu nome e espero realmente que não faça… Mas… Já não fizeram pior?

O interesse (ou a falta dele) determina a sua conduta com a pessoa. E isso vale pra homens e pra mulheres. Tô começando a entender as pessoas que não ligam no dia seguinte. Será que eu tô ficando “homem” demais? rs… Mas foi exatamente o que eu senti. O que faz alguém interessante? Será que numa vez que eu fiquei esperando alguém me ligar ao lado do telefone, a pessoa também nem queria ouvir a minha voz? Hum…

Pode ser…

Esse papo do telefonema do dia seguinte ainda vai render.

E você, dá o seu número ou não?

Eu tô começando a rever meus conceitos.

O cachorro da vez

Posted in Cachorradas on dezembro 3, 2007 by rexandthecity

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Depois de uma semana completamente improdutiva pensando no Lord Dart Vader 23 horas por dia e dormindo na uma hora restante, resolvi tomar uma iniciativa.

Mandei uma mensagem pra ele, supervisionada por um amigo homem. Sintética e engraçadinha, dizia que gostava muito dele e esperava que a nossa amizade e implicância não acabassem jamais.

Ele não respondeu, mas também não apagava. Parecia que entrava lá e se acostumava com aquele testimonial perdido… O troféu de que eu estou de 4 por ele.

Até que ele me respondeu.

“Acho que tem uma complicação da cirurgia com o qual você não precisa se preocupar. Eu nunca vou parar de implicar com você.”

Como disse o meu amigo, o implicar era num sentido mais amplo… No meu caso, pelo menos. Estou disposta a cair na dele, sem pensar nas conseqüências, no que os outros vão pensar ou no que eu vou fazer daqui há algum tempo.

Agi de novo. Fui à uma festa que eu sabia que ele iria. Quando cheguei à casa da minha amiga, o susto que ela tomou foi o “porquê de eu estar toda produzida e linda”. Ora! Eu tinha que compensar o conjunto moletom+cara de doente+pijaminha+totalmente descabelada+óculos+pelada (???). Sim, esta última possibilidade existe. E eu nunca vou ter coragem de perguntar se ele me viu pelada ou não! rs…

Chegando na festa, encontrei o meu cachorro do momento, como diz outra amiga minha, e mais outros 2 cachorros importantes citados adiante (aguardem). Dei uma volta e encontrei “ocasionalmente” meu cachorrinho.

Lindo. Ah… Lindo. Percebi que ficou desconcertado quando me viu. Começou a gesticular, falar alto, falar demais, falar sem pensar… E o olho brilhava mais do que devia. Quando eu olho pro lado, ela. A namorada.

Cumprimentei e fui o mais simpática que a minha vontade de que ela sumisse permitia. E quando ela me respondeu muito educada, fiquei até me sentindo mal. Em alguns minutos, entramos no papo novamente e quando percebi, ela nem estava mais ali. Éramos só eu e ele pra mim. Até que eu acordei e vi que era hora de dar uma volta… E nós não nos vimos mais na festa.

Hoje nos falamos e quando eu perguntei como ele estava, ele perguntou… Saudades?

Eu, impulsivamente… “Sim”. Mas logo contornei dizendo que faltava alguém pra eu implicar aqueles dias…

Ele, triunfante, ganhou a noite e passou a não me dar a atenção que eu queria.

Bem, toda essa atualização foi só pra eu me fazer uma pergunta. Angustiada, conversando com minha amiga, contei que só penso nele e questionei porque não cedi antes. Ela disse que é porque antes, ele não era o cachorro da vez. Eu estava preocupada com outro.

Será que a vez das pessoas passa? Será que a minha vez passou e eu não percebi? E quando a vez dele vai passar pra mim?

Continuo na máxima… Só se quer o que é inacessível. Ficar “avaliable” não vai me ajudar em nada.